Copo quebrado
Corpo sem porto
Garrafa vazia
Caco no chão
Gargalo borrado
Cor do teu batom
Domingo passado
Sexo no Leblon
Ponteiros rodados...
Ponteiros rodados...
Manchado o cenário
Ai, teu perfume ordinário
flor, caos, destruição
Libertou meu canário
E deu voz de prisão
Nesse domingo
Sou teu inimigo
O café sai amargo
Acendo um cigarro
Ninguém do meu lado
Nenhum centavo
Peito calado
Cara no muro
E o coração vagabundo
Não para um segundo
Te odeia, te mata
E te ama no escuro.
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