Certa vez, que ironia
Encomendaram-me poesia
Mas, coitado, mal sabia
Que ela é que me encomendaria
E, eu era pulsante refém de sua fantasia
Poesia, caro amigo, é como flor
Sutileza que homem nenhum cria
Nasce sozinha do amor
E só existe sob sinestesia.
Mariayne Cortes

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