sexta-feira, 22 de março de 2013

Ansiolítico


Venho, por meio deste, prestar agradecimento aos senhores proprietários da sanidade mental. Pais, mães e filhos da sagrada família moral. No entanto, a partir de hoje dispenso as doses oferecidas de anestesia e superego social. Perdoem-me, mas o único ansiolítico contra meu desejo ardente de viver será a morte -- última parada, destino final. Qualquer outra droga não surtirá efeito. Vide bu[r]la. Não me amolem, tchau!



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