Tenho em mim a certeza de que nunca será suficiente chegar a um ponto. Um ponto sempre incita novos sonhos – pontos – ou acorda aqueles adormecidos. Eu vivo insatisfeita. O que não quer dizer que eu nunca chegue a um ponto. É só que, por exemplo, três pontos já formam reticências. E cada reticências oferece um milhão de possibilidades. Eu desejo, em êxtase, agarrá-las todas. Mas não posso. Ah, são impiedosamente efêmeras as veredas dessa vida!
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